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Zeca Baleiro promete surpresas e sucessos no show desta noite em Lavras

O cantor Zeca Baleiro e o trio de músicos Tuco Marcondes (guitarras, violões e vocais), Fernando Nunes (baixo) e Kuki Stolarski (bateria e percussão) prometem, para esta sexta (18), um show repleto de clássicos, mas, também, com surpresas que poderão ser conferidas pelo público que for ao Expolavras. O show é promovido pelo Sesc MG e dá continuidade à turnê do cantor e compositor Zeca Baleiro pelo interior do estado

A entrada será por meio da doação de 1kg de alimento não perecível (exceto óleo, açúcar, fubá e sal). Os ingressos podem ser retirados no Sesc Lavras que fica na Rua Otacílio Negrão de Lima, 344, Centro. Na bilheteria do Expolavras, os ingressos serão retirados das 18h30 às 21h30.

Há 16 anos, quando lançou o primeiro CD e participou de um show da cantora Gal Costa, o maranhense de 47 anos, nascido na cidade de Arari, transformou-se no Zeca Baleiro, compositor, cronista e músico admirado pelos fãs da Música Popular Brasileira (MPB).

O nome de batismo, José Ribamar Coelho Santos, é uma homenagem a São José de Ribamar, protetor dos conterrâneos maranhenses, deu lugar ao apelido imposto por colegas de faculdade.

Em 1997, a carreira de Zeca Baleiro já existia há 12 anos, mas foi somente com a mudança do Maranhão para São Paulo (SP), onde passou a dividir o apartamento com o parceiro musical Chico César, que o músico viu o nome alçado à elite musical. A participação no CD “Acústico MTV” de Gal Costa”, com a canção “A flor da pele”, lhe valeu projeção nacional.

Durante 16 anos, quando lançou “Por onde andará Stephen Fry?”, foram mais 12 álbuns. O músico também teve composições interpretadas por Simone, Gal Costa, Elba Ramalho, Vange Milliet, Adriana Maciel, Luíza Possi, Rita Ribeiro, Renato Braz e Claudia Leitte.

Zeca Baleiro volta à cidade pela quarta vez, para a apresentação que faz parte do projeto Uberlândia Cultural. O show não foge à mistura de sons brasileiros, folclóricos, com samba e ritmos eletrônicos.

Apelido

Implacável admirador de doces e balas, o aluno do curso de Agronomia José Ribamar Coelho Santos passou de consumidor a fornecedor das guloseimas aos amigos universitários, no início da década de 90.
O apelido Zeca Baleiro surgiu, a contra gosto, mas foi adotado pelo universitário que ainda não vivia apenas da música. Sinal disso foi que, anos antes do lançamento do primeiro CD, Zeca Baleiro chegou a abrir uma loja de balas, tortas e doces caseiros, a Fazdocinhá, para fazer da gulodice um meio de renda.

Mais informações pelo telefone(35) 3826-4424.

18/10/13

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