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Retorno de servidores estaduais da educação ao trabalho é suspenso pela justiça

Retorno de servidores estaduais da educação ao trabalho é suspenso pela justiça

A Justiça decidiu que os servidores administrativos da rede estadual de ensino não precisarão voltar às atividades, contrariando determinação do Governo de Minas. O desembargador Bittencourt Marcondes, da 19ª Câmara Cível de Belo Horizonte, concedeu nesta quarta-feira (15), uma liminar (decisão provisória) a favor do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas (Sind-UTE/MG).

O governo estadual convocou a categoria para voltar a trabalhar nessa terça-feira (14), mas os funcionários preferiram aguardar uma decisão sobre o caso. O Sind-UTE/MG alegou que o retorno colocaria os servidores em risco de contaminação por covid-19 por causa do deslocamento e do contato no ambiente de trabalho.

Em nota, o sindicato diz que "entende a decisão como muito importante para resguardar a saúde e as milhares de vidas das trabalhadoras, dos trabalhadores em educação e das comunidades escolares, num contexto de pandemia do Coronavírus."

Em entrevista à Record TV, o governador Romeu Zema (Novo) afirmou que o estado tem sido cauteloso com os profissionais.

Estamos prezando pelos protocolos de segurança. Não procede essa questão de que o estado está colocando as professoras em situação de risco. Tudo que pode ser feito para protegê-las está sendo feito”, disse Zema.

A volta seria apenas das atividades administrativas, já que as aulas serão retomadas a partir de 4 de maio, pela internet e pelo canal de televisão Rede Minas, do governo estadual.

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