Lavras ocupa a 317ª posição entre as melhores cidades do país para se viver

Quatro entre os cem melhores municípios brasileiros para se viver estão em território mineiro. Puxados principalmente pela ampliação do mercado de trabalho e pelo aumento dos salários, Itabira, Ouro Branco e Belo Horizonte juntaram-se a Nova Lima, que já figurava no ranking elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Encabeçam um grupo seleto de cidades cujo Índice Firjan de Desenvolvimento dos Muncípios (IFDM) - uma espécie de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), medidor de qualidade de vida criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) - ultrapassa a nota 0,8, considerada alta. A cidade de Lavras ocupa a 317ª posição neste ranking.

■ Veja aqui a relação completa com o índice de desenvolvimento municipal de todas as cidades brasileiras.

Ranking estadual – Confira os índices obtidos por algumas cidades do Sul de Minas em relaçao às melhores cidades do Estado para se viver, segundo estudo feito pela Firjan:

Varginha - 5 ª
Itajubá – 12 ª
Pouso Alegre – 16 ª
Lavras - 24 ª
Três Corações – 35 ª
Ijaci – 81 ª
Ribeirão vermelho – 164 ª
Nepomuceno – 294 ª

Para chegar à classificação, a entidade elaborou três sub-índices: Educação (IFDM-E), Saúde (IFDM-S) e Emprego e Renda (IFDM-E & R). No cálculo, levou em conta fatores como qualificação dos professores e evasão escolar, atendimento pré-natal e taxa de mortalidade infantil, e estoque dos empregos formais e evolução dos rendimentos médios. Entre as mineiras, o propulsor para a subida no pódio das “top 100” foi o item que mexe no bolso da população. Com a economia em céu de brigadeiro, numa época de forte demanda por commodities, esses municípios receberam empreendimentos e levaram prosperidade econômica aos seus cidadãos. Vale lembrar que os dados são referentes a 2006.

Com relação aos estados, Minas saiu dos 0,7793, em 2005, para os 0,7911 pontos, em 2006, um incremento de 3,2%, apesar de permanecer como a quinta federação mais desenvolvida do país. Novamente, destaque para emprego e renda, cuja nota foi 0,8696. Já na vertente educação, o Estado recuou de 0,7257 para 0,7232, mesmo tendo subido da 7ª para a 5ª posição no ranking que avalia crianças na sala de aula e profissionalização dos professores.
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